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terça-feira, 11 de janeiro de 2022

domingo, 3 de janeiro de 2016

O fofoqueiro

O fofoqueiro é um tecelão juramentado in delivery à procura de meias verdades ou mentiras escancaradas que possa sair anunciando por aí pra derrubar alguém. Fofoqueiro que se preze mesmo não gosta de ver nenhuma vítima de pé, fazendo sucesso. O fofoqueiro é invejoso, mas tem outros antipredicados bem mais inexpressivos no currículo. Para cumprir a meta diária de fofoca, ele é capaz de fazer o sacrifício de parecer bonzinho. E há quem acredite e se dispõe a fazer um pacto de paz, até a decepção dar-lhe uma rasteira. O fofoqueiro não tem pressa: fofoca hoje, fofoca amanhã, ele sabe que o importante é não perder a oportunidade. Assim sequestra a vítima com as redes da dúvida e a faz refém do disse me disse. O fofoqueiro tem duas grandes vantagens a seu favor: a vítima não tem defesa porque ele se esconde e rói as cordas pelas costas, na penumbra. O fofoqueiro finge-se simpático, por isso é bem aceito por um bom tempo. O fofoqueiro se faz de vítima, de ingênuo, vive travestido de coitado e consegue enganar porque é persistente: Água mole em pedra dura… O fofoqueiro vive de plantão à procura das brechas e ninguém, como ele, sabe aproveitar as oportunidades para desestabilizar a vítima; é mascarado, logo, pode passar despercebido por algum tempo no meio das pessoas corretas. O fofoqueiro não suporta as palavras união, paz, harmonia. Se pudesse riscaria do dicionário dos outros, porque no dele não existem. Ele não tem luz própria e usa óculos escuros da maldade para se proteger do brilho dos outros… Toda família tem o fofoqueiro que merece. É nela que ele engorda e tem prestígio; alguns são promovidos a conselheiros; outros recebem o troféu da confiabilidade: conseguem enganar até que a verdade e a justiça cheguem de mãos dadas e acabem com a farra. “Há alguns cujas palavras são como pontas de espada”…Pv 12:18 (Extraído de Poesias e Mensagens de Ivone Boechat)

sábado, 3 de março de 2012

Aos criticos de plantão


“Por que eu sei que em mim, isto é, na minha carne não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.” Rm 7:18
Na intenção de escrever um livro criei este blog para aprimoramento da escrita, quão difícil foi no inicio, lendo as criticas que me enviavam, algumas construtivas, outras com a intenção de simplesmente me desmoralizar. O tempo passou e aprendi a peneirar o que realmente precisava de mudança com o que era fútil. O tempo está passando e a medida que vou ganhando espaço percebo que calunia e conversa fiada fazem parte do público dito “evangélico”. São “rodinhas”cochichando e apontando o dedo, são olhares maldosos por alguém que recebeu alguma informação “top secret” ao meu respeito, são amigos que deixam de conversar com vergonha de ser associado ao “meliante” de que tanto falam mal...
Sabem, estas pessoas poderiam me chamar da próxima vez que se ajuntarem para falar mal de mim. Sei coisas ao meu respeito que as deixariam de cabelos em pé. Existe um monstro dentro de mim que se chama “eu” e precisa ser dominado a todo instante para não se soltar e fazer justiça com as próprias mãos.
Só posso plagiar as palavras do Apostolo Paulo e dizer: “Miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?
Também posso plagiar a resposta:
“...portanto nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito.”
O favor que não mereço e que vem de Deus me faz seguir em frente, e orientado pela sua palavra e agindo no poder do Espírito Santo prossigo para o alvo para o premio da soberana vocação. Quanto as criticas e calunias? Só posso pensar o seguinte: “os amigos me fazem bem e os inimigos me promovem”.
Um abraço
Adriano Papa