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domingo, 26 de julho de 2015

Thalles Roberto e o orguho gospel

O babado no mundo gospel na ultima semana tem sido as declarações do cantor, pastor, profeta (acima da média) Thalles Roberto. O referido cantor numa mistura de depressão, desgaste vocal, psicológico e espiritual anunciou dentre muitas aberrações que Deus o mandou cantar musicas não cristãs, pois elas acabam sendo eternizadas no meio do povo. Como a maioria dos artistas e lideres evangélico tem expressado sua opinião sobre cada palavra mal dita naquele discurso, eu quero falar apenas da escola de orgulho que ronda os nossos púlpitos. Se a coisa continuar do jeito que está, podem ter certeza que outros “Thalles” serão gerados. Tenho observado no meio dos evangélicos como o orgulho começa ser gerado em forma de espiritualidade. Por Exemplo: -Orgulho denominacional – alguns pensam que somente sua denominação que é biblica, certa e a porta do céu. Alguns até afirmam que sua igreja é descendente da igreja primitiva, ou igreja do livro de Atos. -Orgulho pentecostal – por terem liberdade para usarem os dons do Espirito, alguns acham que somente eles tem acesso exclusivo a Deus. -Orgulho tradicional ou reformado – muitos tradicionais tem orgulho por saberem mais de teologia que os pentecostais. -Orgulho mega congregação – este é um orgulho que ronda lideres de igrejas com mais de 1000 membros. -Orgulho micro congregação – este é um orgulho residente no meio de igrejas que estão com meia dúzia de membros, é comum a frase: “Deus quer qualidade e não quantidade”. -Orgulho por ser prospero – “Deus está me abençoando” -Orgulho de ser vitima – “Sou tão humilde, mas não sei por que sofro tanto”. Posso listar mais uma dúzia de situações, mas está na hora de aprendermos com o criador do universo, o verbo vivo que pegou uma toalha e lavou os pés de seus discípulos. Sendo Ele o exemplo maior, nos ensinou e conquistou o mundo, não com armas mas com os pés descalços. Ele mesmo disse: “...aprendei de mim que sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para vossas almas”. Um abraço Pr. Adriano Papa

domingo, 24 de junho de 2012

Ser chique


Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro italiano. O que faz uma pessoa chique, não é o que a pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida. Chique mesmo é quem é discreto.
            Quem não procura chamar atenção com suas risadas, nem com seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
            Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio. Chique não é fazer perguntas ou insinuações inopotunas, nem procurar saber o que não é da sua conta. É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
            Chique é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar-se do aniversário dos amigos.
            Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
            Chique é olhar nos olhos do seu interlocutor...
            Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
            Chique mesmo é não fazer questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!...
            Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo de se lembrar sempre de quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.
            Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice s pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.
            Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
            Porque, no fnal das contas, chique mesmo é crer em Deus! Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, amor e fé nos tornam humanos!
Glória Kallil