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sexta-feira, 22 de junho de 2018
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
terça-feira, 16 de julho de 2013
Por que as igrejas não investem em missões?
QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS RAZÕES QUE IMPEDEM A IGREJA BRASILEIRA DE ENVIAR MAIS MISSIONÁRIOS TRANSCULTURAIS?
Como resultado de uma iniciativa promovida em 2012 pelas organizações evangélicas Comibam, Sepal, AMTB e o Movimento de Lausanne, foi levada à cabo, com cerca de 40 líderes evangélicos conhecedores da realidade brasileira, uma pesquisa sobre o tema mencionado acima. A seguir apresentamos um resumo dos principais pontos mencionados nas respostas, assim como sugestões sobre os passos iniciais que de veriam ser dados para mudar a situação atual. Este resumo, assim como as sugestões apresentadas, foram realizados pelos participantes da reunião que teve lugar no Seminário Servo de Cristo (SP) em novembro de 2012, sob os auspícios do “Centro de Reflexão Missiológica Martureo” e convocados pela Sepal e pelo Movimento de Lausanne.
Razões Bíblicas/Teológicas
Teologia da Prosperidade
Ausência da compreensão da centralidade do discipulado
Falta de disposição para o sofrimento, como resultado de uma teologia equivocada
Os três pontos mencionados acima levam ao egoísmo, individualismo e antropocentrismo, características estas totalmente antagônicas à obediência Missionária.
Falta de uma Teologia Bíblica da Vocação que seja clara, o que gera confusão principalmente entre os mais jovens
Pobreza bíblica: crescimento da igreja sem fundamentação bíblica e teológica, levando a uma falta de compreensão clara da MissioDei e à compreensão equivocada de que “tudo é Missão”
Desobediência e falta de compromisso para com a Palavra
Missões tornou--‐se um departamento e não a razão de ser da igreja
O “jeitinho brasileiro” afetando a teologia: no final Deus dará um jeito, portanto não precisamos nos preocupar
Resistência ao papel da mulher solteira em missões
Razões Eclesiológicas
Secularização da igreja
Igrejas materialistas
Movimento de crescimento de igrejas, que enfatiza somente o crescimento local da igreja
Igrejas não querem perder seus membros
Denominacionalismo, que leva à falta de unidade entre as igrejas
Igrejas frustradas com projetos missionários que não deram certo
Grande investimento na construção de templos em detrimento da participação no envio de missionários
Movimento de mega‐igrejas, que gera igrejas que gastam grande parte da sua energia e recursos financeiros no funcionamento da própria máquina 2
“Custo/benefício” do envio: o que a igreja local ganha com isto?
Razões Estratégicas, Treinamento e Ensino.
Carência de investimento na formação missionária dos pastores; pastores não recebem treinamento sobre a Teologia Bíblica de Missões
Teologia Bíblica de Missões não é ensinada nas igrejas, gerando falta de visão
Falta de unidade entre igrejas, agências denominacionais e agências interdenominacionais
Ausência de conscientização da responsabilidade missionária da igreja
O preparo missionário que está sendo oferecido é inadequado
A liderança das igrejas e das agências missionárias não esta sabendo como lidar com as mudanças que estão ocorrendo no cenário mundial e que afetam a forma de fazer missões
Geração Y: falta de modernização das agências; agências missionárias não se adaptaram à realidade do século XXI e mantêm metodologias e currículos ultrapassados que não conseguem atrair a geração mais jovem
Ausência de projetos consistentes que desafiem a geração atual
A igreja não está sendo informada sobre o que está acontecendo no movimento missionário mundial
Falta de ensino sobre a diferença entre missões transculturais e missões locais
Falta de ensino sobre missões transculturais para as crianças
Não há suficientes mobilizadores de missões, levando a uma grande deficiência na mobilização; poucos missionários se tornam mobilizadores depois que retornam do campo
Seminários Teológicos não estão ensinando sobre missões
Agências missionárias que não são servas da igreja local
Falta de experiência missionária dos líderes
Envelhecimento da liderança de missões no Brasil, agravado pelo fato de que esta liderança não soube “passar o bastão”
Insistência de que é necessário saber inglês para ser um missionário transcultural
Falta de reconhecimento de novos modelos, como, por exemplo, a missão empresarial e missões de curto--‐prazo
Não está havendo uma ênfase específica no despertamento vocacional das novas gerações
Formação missionária a partir da igreja: falta programas de treinamento dentro das igrejas
Razões Sociais e Econômicas
Secularização da sociedade que afeta a Igreja
Desenvolvimento econômico do país que, em vez de gerar um maior envolvimento financeiro com a obra missionária, levou os cristãos a uma atitude materialista
Falta clareza vocacional para a geração atual
Faixa etária de 25--‐35 anos mais preocupada com a ascensão profissional; falta disposição para deixar tudo para trás
SUGESTÕES–PASSOS INICIAIS
Diante das questões mencionadas acima, o grupo de líderes de missões que se reuniu no Seminário Servo de Cristo entende que as lideranças eclesiásticas e missionárias precisam atuar para:
Produzir novos cursos e projetos que, levando em conta as dificuldades mencionadas acima, promovam a formação missiológica de pastores e líderes das igrejas locais
Multiplicar o número de mobilizadores
Promover o ensino de missões nas centenas de instituições de ensino bíblico/teológico ao redor do Brasil
Promover um revisão do currículo, metodologia e pressupostos dos centros de treinamento missionários
Gerar reflexão teológica para a definição e divulgação de uma Teologia Bíblica da Vocação
Promover a ampliação da visão missionária transcultural:
o Nos grandes eventos nacionais para pastores e líderes, tais como Encontro de Pastores e Líderes da Sepal, encontros para pastores e líderes organizados pelas editoras Vida, Fiel, Hagnos, etc.
o Entre pastores chaves
o Organizando e publicando um livro, com capítulos escritos por diferentes líderes evangélicos, que trate sobre a vocação missionária
Desenvolver cursos online para alcançar (1) pastores e líderes (2) vocacionados
Iniciar um processo de reflexão que ajude as agências missionárias na adaptação aos novos tempos e às características da geração jovem
David Botelho
Missões Horizontes
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segunda-feira, 29 de abril de 2013
Índia - Propósitos de Vida
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sábado, 17 de novembro de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
Ser chique
Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas
como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas
boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet
recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que a pessoa tem, mas a forma como ela se
comporta perante a vida. Chique mesmo é quem é discreto.
Quem não
procura chamar atenção com suas risadas, nem com seus imensos decotes e nem
precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é
atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique não é fazer perguntas ou insinuações inopotunas, nem procurar saber o
que não é da sua conta. É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar
lixo na rua.
Chique é dar
bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É
lembrar-se do aniversário dos amigos.
Chique mesmo
é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se
vestir.
Chique é
olhar nos olhos do seu interlocutor...
Chique mesmo
é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se
relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo
é não fazer questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!...
Mas para ser
chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo de se lembrar sempre de quão
breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma
maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.
Portanto,
não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice s pessoas
interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer
qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.
Lembre-se: o
diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no
fnal das contas, chique mesmo é crer em Deus! Investir em conhecimento pode nos
tornar sábios... mas, amor e fé nos tornam humanos!
Glória Kallil
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terça-feira, 19 de junho de 2012
Sindrome de Gabriela cravo e canela
Sindrome de Gabriela cravo e canela
Não quero falar aqui da sensualidade, safadezas e outros pecados que fazem parte das historias do Jorge Amado e que serão contadas no Remake da Rede Globo. Mas irei falar sobre a trilha sonora que compõe a novela que diz: “eu nasci assim, eu cresci assim...”
Esta cantiga no nosso país começa mais ou menos assim: “Todo político é ladrão”, “no congresso, todos são corruptos”, aqueles réus que são mais simpáticos recebem a seguinte frase: “ele rouba, mas faz”. Estes mesmos que se dizem repugnados com a situação, na época da declaração do Imposto de Renda chegam perto do contador e dizem: “Quantos recibos falsos você precisa para eu ser restituído?” É aquela música: “todo mundo faz assim.”
No âmbito espiritual a coisa continua da mesma forma. Você apresenta Jesus para a pessoa e ele diz: “eu nasci nesta religião e vou morrer assim”(traduzindo “eu nasci assim, eu cresci assim...). Você está falando de Jesus e não de religião! Ainda há outros que são o terror de pastores que tentam inovar na sua comunidade: “ô pastor sempre fizemos assim, por que mudar?”, ainda outros: “ o nosso fundador o irmão fulano de tal de 150 anos atrás sempre fez assim, sempre foi assim e não dá para mudar”. Difícil né?
Precisamos mudar este quadro se não seremos enquadrados na profecia que Deus revelou a Jeremias: “por acaso o etíope pode mudar a cor da sua pele? Ou o leopardo pode tirar as manchas de seu pelo? É claro que não. Da mesma forma,vocês são incapazes de fazer o que é certo, porque já estão acostumados a fazer o mal!”Jr 13:23
Leitor abençoado entenda que o fato de nascer assim, crescer assim não é motivo para se aceitar o sistema que é imposto a nós. Cristo morreu na cruz para que conhecendo a verdade tenhamos uma vida de liberdade, e uma vida feliz na eternidade.
Um abraço;
Adriano Papa
Não quero falar aqui da sensualidade, safadezas e outros pecados que fazem parte das historias do Jorge Amado e que serão contadas no Remake da Rede Globo. Mas irei falar sobre a trilha sonora que compõe a novela que diz: “eu nasci assim, eu cresci assim...”
Esta cantiga no nosso país começa mais ou menos assim: “Todo político é ladrão”, “no congresso, todos são corruptos”, aqueles réus que são mais simpáticos recebem a seguinte frase: “ele rouba, mas faz”. Estes mesmos que se dizem repugnados com a situação, na época da declaração do Imposto de Renda chegam perto do contador e dizem: “Quantos recibos falsos você precisa para eu ser restituído?” É aquela música: “todo mundo faz assim.”
No âmbito espiritual a coisa continua da mesma forma. Você apresenta Jesus para a pessoa e ele diz: “eu nasci nesta religião e vou morrer assim”(traduzindo “eu nasci assim, eu cresci assim...). Você está falando de Jesus e não de religião! Ainda há outros que são o terror de pastores que tentam inovar na sua comunidade: “ô pastor sempre fizemos assim, por que mudar?”, ainda outros: “ o nosso fundador o irmão fulano de tal de 150 anos atrás sempre fez assim, sempre foi assim e não dá para mudar”. Difícil né?
Precisamos mudar este quadro se não seremos enquadrados na profecia que Deus revelou a Jeremias: “por acaso o etíope pode mudar a cor da sua pele? Ou o leopardo pode tirar as manchas de seu pelo? É claro que não. Da mesma forma,vocês são incapazes de fazer o que é certo, porque já estão acostumados a fazer o mal!”Jr 13:23
Leitor abençoado entenda que o fato de nascer assim, crescer assim não é motivo para se aceitar o sistema que é imposto a nós. Cristo morreu na cruz para que conhecendo a verdade tenhamos uma vida de liberdade, e uma vida feliz na eternidade.
Um abraço;
Adriano Papa
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sexta-feira, 25 de maio de 2012
A perca da essência
Ao entrar em um templo deparei-me com uma situação que abriu meus olhos para uma realidade grotesca que consegue mais e mais adeptos na igreja evangélica brasileira: a corrida atrás do dinheiro. No púlpito desta igreja havia vários banners instruindo as pessoas a buscarem o dom de adquirir riquezas. Pelo que me consta no meu curso de teologia não participei de nenhuma aula que ensinava a buscar um dom de adquirir riquezas.
Por causa de ensinos bizarros como estes, estamos encontrando pelo caminho pessoas insatisfeitas com o cristianismo. Pessoas que duvidam da existência de Deus pelo simples fato que o mesmo não recheou a sua conta bancaria, não encheu a sua garagem de carros, não o prosperou. Quando na verdade, esta cobrança deveria ser feita aos “profetas” que dizem que a promessa veio do alto. No nosso país capitalista o dinheiro acabou se tornando um deus, sendo cultuado nos templos brasileiros.
Perdemos a simplicidade do evangelho e também a sua essência que é a preocupação com a salvação da humanidade. Os cristãos de hoje buscam o sobrenatural sem santificação, buscam a profecia sem a leitura da palavra e buscam prosperidade sem o reino e a justiça de Deus. Para que? Para se ter uma vida de luxo e regalia como se o dinheiro resolvesse todos os problemas.
Para se ter uma idéia do que estou falando você pode observar pelos testemunhos que são dados hoje e compará-los com o do passado. Antes o testemunho do Apostolo Paulo era: “Fui religioso e por causa desta religião mandava prender os que eram do Caminho, achava que estava certo, mas um dia na estrada de Damasco eu vi Jesus e somente Nele a salvação para minha alma”. Hoje o testemunho de algum Apóstolo Tupiniquim:”Fui crente da igreja tal e na época andava de fusquinha 79 caindo aos pedaços, pra ir a igreja tinha que empurrar para ele poder pegar, hoje Jesus me abençoou na igreja tal e após fazer a campanha X e a corrente Y agora ando de carro importado”.
Vou parar aqui mas quero que você pense em um versículo do apostolo Paulo que diz:”Se esperamos em Cristo somente nesta vida somos os mais miseráveis de todos os homens.”I Corintios 15:19.
Um abraço
Pr. Adriano Papa
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sábado, 19 de março de 2011
O que tens nas mãos?

Uma bola de Basquete em minhas mãos custa cerca de R$ 50,00.
Uma bola de Basket nas mãos do Michael Jordan custaria cerca de R$ 5.000,00. Só depende das mãos que a seguram.

Uma racket de ténis não tem valor algum em minhas mãos.
Uma racket de ténis nas mãos do Rafael Nadal valeria muitos milhares de reais. Só depende das mãos que a seguram.

Uma vara em minhas mãos serviria apenas para afugentar um cão viralata.
Uma vara nas mãos de Moises abriria um caminho seguro sobre o mar vermelho.
Só depende das mãos que a seguram.

Um estilingue em minhas mãos seria somente um brinquedo de criança.
Uma fisga nas mãos de Davi se tornaria numa poderosa arma, capaz de derrubar gigantes.
Só depende das mãos que a seguram.

Dois peixes e cinco fatias de pão em minhas mãos serviriam para fazer deliciosas comidas. Dois peixes e cinco fatias de pão nas mãos do nosso Senhor Jesus Cristo, seriam multiplicados e alimentariam milhares de pessoas.
Só depende das mãos que os seguram.
Pregos em minhas mãos serviriam para construir gaiolas para pássaros.
Pregos nas mãos de Jesus Cristo serviriam para trazer a salvação para o mundo inteiro.
Só depende das mãos que os seguram.

Como podes ver agora, só depende das mãos que seguram.
Por isso ponha suas ansiedades, suas preocupações, seus temores, seus alvos, seus sonhos, sua familia e seu relacionamento nas mãos de Deus, porque...
Só depende das mãos que seguram e asseguram.
Extraído
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Cristão contagiante
Estaremos realizando nos dias 30/04 a 02/05 a Oficina "Cristão Contagiante". Um curso para preparar os crentes a evangelizar o mundo de hoje de modo eficaz. Muito diferente dos metodos estereotipados que acabam intimidando muitos cristãos. Este curso mostra a possibilidade de transmitir o evangelho de maneira natural e vigorosa sem perder as caracteristicas pessoais que Deus lhe conferiu. Informações e inscrições com o Pr. Adriano pelo email: doxologia76@hotmail.com
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Unidade nos propositos
No texto de Mateus 18:19 temos a clara orientação para uma vida em unidade: “se dois de vós na terra, concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isto lhes será feito por meu Pai que estás no céus”. O dicionário Michaelis dá o seguinte significado para o que chamamos de comunidade: “participação em comum” ou “qualidade daquilo que é comum”.
Temos em nossa igreja a visão de equilibrar 5 propósitos bíblicos para anunciarmos o evangelho como um todo para o não cristão. A evangelização, comunhão, discipulado, serviço e adoração são nossas metas em comum para a obra de Deus. Para conseguirmos a resposta de Deus nesta participação em comum existe um “se” que encontramos no texto de Mateus. Sabemos que não somos iguais, Deus nos colocou nesta terra com características bem exclusivas. Mas quando falamos de unidade estamos falando de ter um objetivo comum. Isto não é imposto, acontece através de uma entrega. É isto que importa: devemos estar unidos.
Muitos colocam os seus gostos e vontades acima dos propósitos estabelecidos por Deus e esperam que os mesmos sejam atendidos. Mas o nosso esforço deve estar concentrado em estarmos unidos alcançando a missão para o lugar onde fomos plantados. Senão corremos o risco anunciado pelo Senhor Jesus de que toda “... toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá”. Mateus 12: 25b
A unidade acontece quando cada um entende e procura realizar qual é o seu papel no corpo de Cristo. Não é fazer a mesma coisa e nem pensar do mesmo jeito, mas unir forças e somar uns com os outros. O desafio é este: unidade apesar da diversidade. Com isto alcançamos as promessas de salmos 133 quando diz que da união, Deus ordena bênçãos e vida para sempre. Um abraço. Pr. Adriano (Adaptado)
Temos em nossa igreja a visão de equilibrar 5 propósitos bíblicos para anunciarmos o evangelho como um todo para o não cristão. A evangelização, comunhão, discipulado, serviço e adoração são nossas metas em comum para a obra de Deus. Para conseguirmos a resposta de Deus nesta participação em comum existe um “se” que encontramos no texto de Mateus. Sabemos que não somos iguais, Deus nos colocou nesta terra com características bem exclusivas. Mas quando falamos de unidade estamos falando de ter um objetivo comum. Isto não é imposto, acontece através de uma entrega. É isto que importa: devemos estar unidos.
Muitos colocam os seus gostos e vontades acima dos propósitos estabelecidos por Deus e esperam que os mesmos sejam atendidos. Mas o nosso esforço deve estar concentrado em estarmos unidos alcançando a missão para o lugar onde fomos plantados. Senão corremos o risco anunciado pelo Senhor Jesus de que toda “... toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá”. Mateus 12: 25b
A unidade acontece quando cada um entende e procura realizar qual é o seu papel no corpo de Cristo. Não é fazer a mesma coisa e nem pensar do mesmo jeito, mas unir forças e somar uns com os outros. O desafio é este: unidade apesar da diversidade. Com isto alcançamos as promessas de salmos 133 quando diz que da união, Deus ordena bênçãos e vida para sempre. Um abraço. Pr. Adriano (Adaptado)
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