sábado, 3 de outubro de 2015

Seleção não é lugar de exposição religiosa", afirma Dunga sobre presença de pastor

Jogadores receberam pastor Guilherme Batista na concentração do último jogo contra os Estados Unidos, em Boston O técnico Dunga não gostou nem um pouco da presença de um pastor na concentração da seleção brasileira durante os amistosos do início de setembro nos Estados Unidos. Na entrevista coletiva de convocação da equipe para as eliminatórias, nesta quinta-feira, o treinador deixou claro que reprovou a reunião religiosa com a participação de alguns jogadores e afirmou que a "seleção brasileira não é o local para manifestação religiosa. De acordo com reportagem publicada pelo site "Globoesporte.com", Kaká, Alisson, Douglas Santos, Douglas Costa, Fabinho, Jefferson, David Luiz, Lucas, Marcelo Grohe e Lucas Lima foram os atletas que se encontraram com o pastor Guilherme Batista. "Eu não permiti, nem eu, nem o Gilmar e nem a seleção. Dentro da seleção as coisa são feitas com transparência. Nós temos uma sala onde os jogadores podem receber seus familiares ou pessoas mais perto. Não é que nada é proibido, mas na seleção brasileira não é local de exposição religiosa, política. Ali nós temos que nos concentrar no que estamos fazendo, que é jogar futebol apenas", disse Dunga. Kaká, um dos mais experientes daquela convocação e que participou da reunião com o pastor, não foi convocado nesta quinta para o início das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, para os jogos contra Chile e Venezuela. Outros vários jogadores que estavam presentes no culto, no entanto, foram chamados. Apesar de ter se incomodado com o encontro religioso dentro do hotel na cidade de Boston, Dunga negou que isso tenha influenciado em sua lista de convocados. "Isso não influencia em nada a convocação ou não convocação dos jogadores. O que avaliamos é a condição técnica, física, tática e, lógico, o comportamento do jogador. Não é porque alguém errou alguma vez, que temos que cortar a cabeça. Mas se o erro se repetir, você vai tomar uma decisão", afirmou o treinador. Dunga ainda falou sobre a foto postada nas redes sociais na internet em que aparece ao lado do pastor, com a seguinte legenda: "Café da manhã com o chefe aqui em Guarulhos". "Quando o rapaz coloca a foto em rede social, vou te falar o quanto de dificuldade a gente encontra e o quanto as pessoas querem se aproveitar da mídia. Eu estava tomando um café no aeroporto em São Paulo, ele pediu para tirar uma foto comigo como se fosse torcedor e depois colocou na internet dizendo que eu era chefe dele. Olha o cuidado que a gente tem que tomar. Eu acredito que todas as religiões são boas, cada um tem a sua, mas ali não é local para esse tipo de exposição. Já conversamos com os atletas e expomos nosso pensamento. Quando quero fazer o bem, não preciso divulgar ao mundo todo que estou fazendo o bem", finalizou. "Eu não permiti, nem eu, nem o Gilmar e nem a seleção. Dentro da seleção as coisa são feitas com transparência. Nós temos uma sala onde os jogadores podem receber seus familiares ou pessoas mais perto. Não é que nada é proibido, mas na seleção brasileira não é local de exposição religiosa, política. Ali nós temos que nos concentrar no que estamos fazendo, que é jogar futebol apenas", disse Dunga. Kaká, um dos mais experientes daquela convocação e que participou da reunião com o pastor, não foi convocado nesta quinta para o início das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, para os jogos contra Chile e Venezuela. Outros vários jogadores que estavam presentes no culto, no entanto, foram chamados. Apesar de ter se incomodado com o encontro religioso dentro do hotel na cidade de Boston, Dunga negou que isso tenha influenciado em sua lista de convocados. "Isso não influencia em nada a convocação ou não convocação dos jogadores. O que avaliamos é a condição técnica, física, tática e, lógico, o comportamento do jogador. Não é porque alguém errou alguma vez, que temos que cortar a cabeça. Mas se o erro se repetir, você vai tomar uma decisão", afirmou o treinador. Dunga ainda falou sobre a foto postada nas redes sociais na internet em que aparece ao lado do pastor, com a seguinte legenda: "Café da manhã com o chefe aqui em Guarulhos". "Quando o rapaz coloca a foto em rede social, vou te falar o quanto de dificuldade a gente encontra e o quanto as pessoas querem se aproveitar da mídia. Eu estava tomando um café no aeroporto em São Paulo, ele pediu para tirar uma foto comigo como se fosse torcedor e depois colocou na internet dizendo que eu era chefe dele. Olha o cuidado que a gente tem que tomar. Eu acredito que todas as religiões são boas, cada um tem a sua, mas ali não é local para esse tipo de exposição. Já conversamos com os atletas e expomos nosso pensamento. Quando quero fazer o bem, não preciso divulgar ao mundo todo que estou fazendo o bem", finalizou. Fonte: ESPN

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Lula pede a Dilma que diminua o cargo dos "traidores"

Na primeira conversa com a presidente Dilma Rousseff após a divulgação do pacote fiscal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu a ela que faça uma reforma ministerial mais ampla, para garantir sustentação política no Congresso e evitar o processo de impeachment. Lula disse a Dilma, na quinta-feira, que ela precisa aumentar o espaço dos aliados fiéis e diminuir os cargos dos traidores, porque somente assim conseguirá aprovar o ajuste e barrar iniciativas para afastá-la do Planalto. Na lista dos partidos que comandam ministérios e votaram contra medidas propostas pela equipe econômica na primeira fase do ajuste estão o PR, que controla os Transportes; o PDT, no Trabalho; e o PRB, no Esporte. A avaliação é de que tudo tem de ser feito para impedir que um pedido de impeachment seja aceito na Câmara comandada por Eduardo Cunha (PMDB-RJ) porque, se isso ocorrer, será muito difícil deter sua tramitação com a pressão das ruas. Fonte: MSN

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Com emendas, Plano Municipal de Educação é aprovado em redação final em Ipatinga

O documento seguirá agora para a sanção da prefeita Cecília Ferramenta O plenário da Câmara Municipal aprovou na reunião ordinária desta quinta-feira (27), em segunda votação e redação final, o Plano Municipal de Educação. O PME visa responder as necessidades educacionais do município nos próximos 10 anos. O documento seguirá agora para a sanção da prefeita Cecília Ferramenta. Com apenas um voto contrário, também foram aprovadas as duas emendas ao Plano Municipal de Educação que impedem o Poder Executivo de adotar qualquer ação ou diretriz de promoção à diversidade de gênero nas escolas de Ipatinga, incluindo as municipais, estaduais e particulares. As emendas foram aprovadas em bloco, juntamente com outras cinco. O plano inclui temas como número de alunos por sala e remuneração de professores, mas a questão do gênero acabou dominando a discussão. A “ideologia de gênero” faz referências à identidade de gênero, diversidade e orientação sexual. Sob gritos de “família tradicional” e “emenda inconstitucional”, grupos de manifestantes contrários e favoráveis à proposta estiveram presentes. Vereadores também se manifestaram, na tribuna. Nilson Lucas - ‘Nilsinho’ (PMDB) destacou o apoio da maioria do plenário às emendas. Nilsin da Transnil (PT do B) defendeu a manutenção do modelo atual de família e culpou o governo federal por passar a decisão desse tema aos municípios. Já Ley do Trânsito (PSD) atribuiu a culpa ao governo municipal, “que queria legislar sobre a matéria posteriormente, por meio de diretrizes”, disse. Roberto Carlos (PT do B) reforçou a fala do vereador Ley e afirmou que a intenção das emendas é preventiva, ou seja, “evitar que seja tratada por meio de diretrizes sem a participação do Legislativo”. Jadson Heleno (SDD), Léo Escolar (PC do B) e Fabinho do Povo (PSL) seguiram a opinião da maioria. Lene Teixeira (PT), única contrária às emendas, reafirmou a ausência do termo “ideologia de gênero” no texto da lei, o que, segundo ela, desautoriza a administração pública de levar esse tema adiante. “A questão de gênero não apareceu em momento algum. Portanto, não é dever do governo trabalhar essa ideologia”, disse ela. Lene afirmou também que o Plano Municipal de Educação foi amplamente debatido com os profissionais da área e que, “em nenhum momento, foi levantada a discussão de ideologia de gênero”. Mais emendas Outras cinco emendas ao Plano Municipal de Educação foram aprovadas.A Emenda Aditiva nº 3 aborda os seguintes pontos: revitalizar o Polo de Apoio Presencial à Educação à Distância de Ipatinga, aumentando sua capacidade instalada; expandir a oferta de educação superior pública gratuita, por meio de convênios entre Institutos Públicos de Educação Superior e o Polo de Apoio Presencial à Educação à Distância de Ipatinga; garantir junto à UFOP a construção de pólo presencial do curso de Medicina, já autorizado pelo MEC; promover ações junto ao MEC-CAPES para que instituições privadas de ensino superior garantam a qualidade pedagógica e de infraestrutura, aliada à demanda de formação local. A Emenda Aditiva nº 4 tem o seguinte objetivo: articular, com o Estado e a União, ações para a realização das metas do Plano Nacional de Educação para a educação superior, que estabeleçam expansão das matrículas, sendo, no mínimo, 40% no setor público - para atingir uma taxa bruta de 50% e líquida de 33% de atendimento à população entre 18 e 24 anos. A Emenda Modificativa nº 5 “objetiva buscar parceria com o Estado e/ou União visando a implantação de campus de Instituto de Ensino Superior (IES) para cursos presenciais, de acordo com a demanda presente na área de Humanas e Exatas”. O texto da Emenda Aditiva nº 6 tem a seguinte redação: “articular junto à Secretaria de Estado da Educação a ampliação da oferta do ensino médio, garantindo a qualidade nos padrões exigidos no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)”. A última emenda apresentada ao PME, a de número 7, visa “garantir uma política intersetorial de apoio, diagnóstico e acompanhamento para alunos com transtorno de aprendizagem” para a educação infantil e o ensino fundamental. As emendas 3, 4, 5, 6 e 7 são de iniciativa da vereadora Lene Teixeira. Fonte Site Plox

domingo, 26 de julho de 2015

Thalles Roberto e o orguho gospel

O babado no mundo gospel na ultima semana tem sido as declarações do cantor, pastor, profeta (acima da média) Thalles Roberto. O referido cantor numa mistura de depressão, desgaste vocal, psicológico e espiritual anunciou dentre muitas aberrações que Deus o mandou cantar musicas não cristãs, pois elas acabam sendo eternizadas no meio do povo. Como a maioria dos artistas e lideres evangélico tem expressado sua opinião sobre cada palavra mal dita naquele discurso, eu quero falar apenas da escola de orgulho que ronda os nossos púlpitos. Se a coisa continuar do jeito que está, podem ter certeza que outros “Thalles” serão gerados. Tenho observado no meio dos evangélicos como o orgulho começa ser gerado em forma de espiritualidade. Por Exemplo: -Orgulho denominacional – alguns pensam que somente sua denominação que é biblica, certa e a porta do céu. Alguns até afirmam que sua igreja é descendente da igreja primitiva, ou igreja do livro de Atos. -Orgulho pentecostal – por terem liberdade para usarem os dons do Espirito, alguns acham que somente eles tem acesso exclusivo a Deus. -Orgulho tradicional ou reformado – muitos tradicionais tem orgulho por saberem mais de teologia que os pentecostais. -Orgulho mega congregação – este é um orgulho que ronda lideres de igrejas com mais de 1000 membros. -Orgulho micro congregação – este é um orgulho residente no meio de igrejas que estão com meia dúzia de membros, é comum a frase: “Deus quer qualidade e não quantidade”. -Orgulho por ser prospero – “Deus está me abençoando” -Orgulho de ser vitima – “Sou tão humilde, mas não sei por que sofro tanto”. Posso listar mais uma dúzia de situações, mas está na hora de aprendermos com o criador do universo, o verbo vivo que pegou uma toalha e lavou os pés de seus discípulos. Sendo Ele o exemplo maior, nos ensinou e conquistou o mundo, não com armas mas com os pés descalços. Ele mesmo disse: “...aprendei de mim que sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para vossas almas”. Um abraço Pr. Adriano Papa

terça-feira, 21 de julho de 2015