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terça-feira, 20 de setembro de 2022

Campanha eleitoral é minoria barulhenta?

 


Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração. Atos 2:46


”Campanha eleitoral é minoria barulhenta nos cultos evangélicos. Folha visitou 35 igrejas e presenciou manifestações políticas em 1 a cada 4 delas. Quase sempre elas têm lastro no bolsonarismo: nos púlpitos, demonstrações explícitas de campanha eleitoral geram manchetes em jornais e aflição nos defensores do Estado laico. No dia a dia das igrejas, contudo, o discurso político está mais para uma minoria barulhenta. É o que a Folha constatou após acompanhar 35 cultos em sete capitais e no Distrito Federal. Os repórteres não se apresentaram como jornalistas nesses espaços, porque a identificação poderia interferir na maneira como as cerimônias seriam realizadas, evitando, por exemplo, falas politizadas.” Jornal A Folha de São Paulo – 18/09/2022


Os repórteres da Foice de São Paulo foram a 35 cultos em sete capitais e no Distrito Federal? Espionar se estavam falando de política, pedindo votos? O problema da Esquerda, de jornalista, e repórteres, com curso superior porem sofrendo de analfabetismo funcional e uma clara deficiência na capacidade cognitiva para antes de mais compreender o que é uma igreja evangélica, que tem uma dinâmica muito diferente. Igreja não é um lugar, um templo feito por mãos humanas, igrejas é apenas o coletivo de pessoas que confessam a mesma fé em Deus, creem na Bíblia Sagrada, e creem no Senhor Jesus Cristo como o único e suficiente Salvador. A verdadeira igreja é algo praticamente imensurável, invisível. O que se vê de prédios com placas de denominações e CNPJ ou pessoa jurídica diante do Estado é apenas a sombra da ponta de um Iceberg...


Olhem para a comunista Coreia do Norte, lá não existe um único templo de portas abertas. Mas até lá na Coreia do Norte, existe a Igreja do Senhor Jesus Cristo. No meu ponto de vista a legislação eleitoral brasileira é burra, arcaica e ultrapassada, ela apenas reflete a soberba e arrogância do sistema judiciário brasileiro em que juízes se consideram semideuses. Ela atrapalha mais do que ajuda e só serve para criar um terceiro turno no tapetão. Bem a lei que proibi campanha eleitoral dentro de “igrejas”. Ou seja, no templo físico onde as pessoas se reúnem? Então não se fala de política nos cultos, e é muito simples, para que criar confusão com um sistema judiciário eleitoral comprometido? E é uma burrice, algo desnecessário. Digo isso como quem acompanha eleições dentro do meio evangélico desde 1988...


Foram 9 eleições municipais, de 1988 até 2020, foram 8 estaduais para governador, senadores e deputados estadual e federal de 1990 até 2018 e 8 eleições para presidente desde 1989 ate 2018. Sei muito bem como se faz campanha eleitoral no meio evangélico. E sei que não se pode de forma alguma, pedir votos de cima do altar, por ser o templo considerado bem de uso público, em que a população em geral tem acesso, tais como cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, ginásios, estádios, ainda que de propriedade privada. É uma palhaçada, mas para que caçar confusão? É algo desnecessário. Qual o grande diferencial do meio evangélico? Koinonia, comunhão em grego. A conversa ao pé do ouvido, o discipulado, algo simples, barato e muito eficiente.


Antes da internet e do conceito de redes sociais virtuais e de mensagem, informação descentralizada e distribuída, o meio evangélico já era uma bolha isolada e vacinada contra a grande mídia, que sempre manipulou a população. Quando eu me converti em 1987 a Assembleia de Deus a maior e mais poderosa igreja evangélica do Brasil, proibia aparelho de TV dentro de casa, nada de novelas corrompendo os bons costumes e de JN com Fake News, e mesmo nas outras igrejas menos radicais, o crente nunca foi de ligar para TV, a palavra da liderança eclesiástica e dos irmãos sempre foi mais importante. No churrasco da igreja local na casa do irmão ou no acampamento no sitio, não tem lei que proíba o bate papo sobre política...


É claro que os repórteres da Foice de São Paulo, são muito benvindos aos cultos, eles precisam ouvir a Palavra de Deus. Eu até indico as igrejas neopentecostais sapatinho de fogo, especializadas na área de libertação espiritual, é aquela turma que sabe expulsar demônios, exatamente para receberem oração com imposição de mãos e serem devidamente exorcizados. Afinal, coitados, todo comunista petista precisa é de libertação espiritual... 


Campanha eleitoral é minoria barulhenta? Sim se for para repórter da Folha de São Paulo procurar em cultos oficiais, deve ser assim mesmo. Mas não se engane, nos bastidores a história é outra...


Pr. Cláudio Godoy

20/09/2022

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

E quando Jesus não é o dono da igreja?


 “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;” Mateus 16:18
Se eu perguntar quem é o dono da igreja, a resposta pronta e automática é de que ela pertence a Jesus. Mas quando começamos reunir em determinadas comunidades acabamos descobrindo pessoas que se comportam como se elas fossem verdadeiramente as donas da igreja. Alguns, muitas vezes pelo longo tempo em que estão ali acham que não pode ser feito nada diferente do que era praticado desde a fundação daquele ministério. É importante observar qual a motivação deles. Será que a resistência a mudança é porque não entenderam a visão ou porque eles querem é mandar?
Quando é assim se o pastor que chegou trocar de lugar, escolher outra liderança, essas pessoas vão se fazer de vitimas, se farão de injustiçados, defendendo um falso zelo pelo lugar, quando no fundo, no fundo o que existe é uma briga para não abandonar o poder.
Esse egoísmo que destrói e divide igrejas, em nome de um pseudo zelo com o ministerio é uma obediência ao seu próprio ego e não a Deus. É só você observar as “armas santas” que são usadas nestes casos, fofoca, boicote, pirracinhas e mentiras.
Paulo escreve aos coríntios e no inicio da carta dá ênfase que a igreja é de Deus, e não dos crentes, e Jesus é a autoridade máxima desta igreja.
Quando numa comunidade existe o dono, você pode ter certeza que o governo congregacional democrático, em que o povo toma decisões em uma assembleia é uma farsa. Na verdade o governo é autocrático,pois a autoridade que deveria pertencer a Deus está sendo usurpada.
Quando Jesus não é o dono da igreja, muita coisa acontece com o nome Dele sem a permissão Dele, e sem a orientação Dele. O resultado obviamente será uma comunidade em que Ele fica da porta pra fora batendo e dizendo como na visão da igreja de laodiceia: eis que estou a porta e bato se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta eu cearei com ele e ele comigo. Isso significa comunhão.
Quando Jesus não é o dono da igreja não existe amor. Embora os que fazem políticas e divisões estejam dizendo que estão preocupados com ela, eles estão mentindo, porque no fim de tudo a menosprezam.
Quando a igreja de Jesus tem um dono ou um grupo de donos, pode-se perceber que estes não passaram pelo novo nascimento, são crentes apenas de nome. Dividem e destroem a igreja através de partidarismo e politicagem motivados pelo orgulho e para defenderem seus interesses carnais. Por isso um aviso, converta-se enquanto é tempo pois o Senhor vai separar o trigo do joio.
A igreja é coisa séria, é a casa do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade. É a pérola de grande preço. A menina dos olhos de Deus.
Estamos vivendo um momento em nosso país em que grupos de pessoas procuram conduzir a igreja de divisão em divisão, de pastor em pastor como se estes fossem um produto de supermercado. Tratando-os do tipo: “não gostei deste manda outro”, qual o problema? “ele é muito frio pra pregar”, “ele é muito pentecostal, não sabe a bíblia”, “ele é muito parado não faz nada”, “ele faz tudo”, e reclamação não falta.
Tudo isso demonstra as atitudes de crentes carnais. A igreja de Cristo não é brinquedo para ser tratada com essa falta de respeito.
E para terminar a nossa reflexão quero fazer um apelo aos verdadeiros lideres da igreja do Senhor. Até porque também existem pastores que agem como se fossem donos da igreja.
 Mas vou deixar aqui o meu incentivo àquele líder que mesmo tendo muitos anos de experiência na obra do Senhor, ou tenha curso superior e uma profissão importante no mundo secular, ou seja rico materialmente falando, tem de tudo para se gloriar na carne, mas vive na dependência do Senhor e não trata a igreja como o seu brinquedo.
Que vc continue sendo humilde e temendo a Deus. Estas são as características do verdadeiro servo do Senhor .
Tem muita gente brincando com as coisas de Deus, saiba que Ele não está de brincadeira conosco, e um dia tratará com juízo quem não cuidar com respeito da sua igreja.
Somente os humildes fazem parte do reino de Deus e somente os santos verão a Deus. Se tivermos que brigar, vamos brigar pela fé.







                 

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Protegendo a unidade de sua igreja

Vocês foram unidos na paz por meio do Espírito. Portanto façam todo o esforço para continuar dessa maneira.
Efésios 4.3; NCV

Acima de tudo, deixem que o amor dirija a vida de vocês, porque assim toda a igreja permanecerá unida em perfeita harmonia.
Colossenses 3.14; RV

É sua função proteger a unidade de sua igreja.
A unidade da igreja é tão importante que o Novo Testamento dá mais importância a isso do que ao céu ou ao inferno. Deus deseja profundamente que experimentemos unidade e harmonia uns com os outros.
A unidade é a alma da comunhão. Destrua-a, e estará rasgando o coração do corpo de Cristo. É a essência, o âmago de como Deus pre-tende que experimentemos a vida conjunta na igreja. Nosso modelo supremo de unidade é a Trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são totalmente unidos em um. O próprio Deus é o maior de todos os exemplos de amor sacrificial, altruísmo e harmonia perfeita.
Se você é parte da família de Deus, é sua responsabilidade preser-var a unidade no local em que você congrega. Você foi encarregado por Jesus de fazer todo o possível para preservar a unidade, prote¬ger a comunhão e promover a harmonia na sua igreja e entre todos os crentes. A Bíblia diz: Façam todo o esforço para conservar a uni¬dade do Espírito pelo vínculo da paz.2 Como podemos fazer isso? A Bíblia nos dá orientações práticas.

Concentre-se no que temos em comum, não em nossas dife-renças. Paulo nos diz: Portanto, concentremo-nos nas coisas que contribuem para a harmonia e no crescimento de nossa comunhão conjunta? Como crentes, partilhamos um Senhor, um corpo, um pro-pósito, um Pai, um Espírito, uma esperança, uma fé, um batismo e um amor.4 Partilhamos a mes¬ma salvação, a mesma vida e o mesmo futuro — fatores muito mais importantes do que as dife¬renças que poderíamos enumerar. É nesses te¬mas, e não em nossas diferenças pessoais, que devemos nos concentrar.
Deus quer unidade, não uniformidade. Mas, para o bem da unidade, não devemos deixar que nossas diferenças nos dividam jamais. Precisa¬mos nos manter concentrados no que mais importa — aprender a amar uns aos outros como Cristo nos amou e cumprir os cinco pro¬pósitos de Deus para cada um de nós e sua igreja.

Seja realista em suas expectativas.
As pessoas ficam desiludidas com a igreja por muitas razões com-preensíveis. A lista poderia ser bastante longa: conflitos, mágoas, hi-pocrisia, negligência, mesquinharias, legalismo e outros pecados. Em vez de ficarmos abalados e surpresos, devemos lembrar que a igreja é fei¬ta de pecadores de verdade, inclusive nós mes¬mos. Por sermos pecadores, magoamos uns aos outros, às vezes intencionalmente e às vezes sem querer. Mas, em vez de deixarmos a igreja, preci¬samos ficar e solucionar o que for de alguma forma possível. A reconciliação, não a evasão, é a estrada para um caráter mais forte e para uma comunhão mais profunda.
Divorciar-se da igreja ao primeiro sinal de decepção ou desilusão indica imaturidade. Deus tem coisas que quer ensinar a você e aos outros também. Além do mais, não há nenhuma igreja perfeita para onde escapar. Toda igreja tem seu próprio conjunto de fraquezas e problemas, e você logo ficará novamente desapontado.
Toda igreja deveria afixar uma placa: “Pessoas perfeitas não pre-cisam entrar. Este é um lugar somente para os que admitem ser pecadores, precisam de graça e querem crescer”.

Prefira incentivar a criticar. É sempre mais fácil ficar de lado e atirar pedras naqueles que estão servindo do que se envolver e contri-buir. Deus nos adverte repetidamente que não critiquemos, compare-mos ou julguemos uns aos outros.9 Quando você critica o que outro crente está fazendo na fé e com sincera convicção, está interferindo nos assuntos de Deus: Que direito você tem de criticar o servo de al¬guém? Somente Deus pode decidir se ele está fazendo o que é certo.10
Sempre que eu julgo outro crente, quatro coisas acontecem ins-tantaneamente: perco minha comunhão com Deus, exponho meu próprio orgulho e insegurança, coloco-me em uma situação pela qual serei julgado por Deus e prejudico a comunhão da igreja. Um espíri¬to crítico é um vício dispendioso.
A Bíblia chama Satanás de acusador dos nossos irmãos.12 Culpar e criticar os membros da família de Deus queixando-se deles é traba¬lho do Diabo. No momento em que fazemos o mesmo, estamos sendo ludibriados para fazer o trabalho de Satanás.
Recuse dar ouvidos a fofocas. Fofocar é transmitir informações quando você nem é parte do problema nem parte da solução. Você sabe que espalhar fofocas é errado, e não deve nem ouvi-las se qui¬ser proteger sua igreja. Ouvir uma fofoca é como receptar mercado¬ria roubada; isso o faz igualmente culpado pelo crime.
Quando alguém começar a fofocar em seu ouvido, tenha a coragem de dizer: “Por favor, pare. Não preciso saber disso. Você já falou direta-mente com a pessoa?”. Pessoas que fofocam para você também irão fofocar sobre você. Tais pessoas não são confiáveis. Se você dá ouvidos a fofocas, Deus diz que você é um criador de casos.14 Criadores de caso ouvem criadores de caso.15 Esses são os que dividem igrejas, pensan¬do apenas em si mesmos.16

Apóie o seu pastor e os líderes. Não existe um líder perfeito, mas Deus dá aos líderes a responsabilidade e a autoridade para que man-tenham a unidade da igreja. Durante conflitos interpessoais, esse é um trabalho ingrato. Pastores têm freqüentemente a desagradável tarefa de agir como mediadores entre membros magoados e imaturos que estão em conflito. Eles também receberam a impossível tarefa de ten¬tar fazer que todos fiquem felizes, o que nem Jesus conseguiu fazer!
A Bíblia é clara sobre como devemos nos relacionar com aqueles nos servem: Sejam sensíveis a seus líderes pastorais. Ouçam seus conselhos. Eles estão atentos à condição da vida de vocês e trabalham sob a restrita supervisão de Deus. Contribuam para a alegria de sua liderança e não para os sobrecarregar. Por que tornar as coisas difíceis para eles?22
Os pastores algum dia estarão perante Deus e terão de prestar contas de como zelaram por você. Eles cuidam de vocês como quem deve prestar contas.23 Mas você também terá de prestar contas. Você prestará contas a Deus sobre a forma que seguiu seus líderes.
A Bíblia dá aos pastores instruções específicas sobre como lidar com pessoas desagregadoras no meio da congregação. Eles devem evitar discussões e ensinar gentilmente o contrário, enquanto oram para que elas mudem. Devem admoestar os que são polêmicos, rogar por harmonia e unidade, repreender os que forem desrespeitosos com a liderança e remover os desagregadores da igreja, caso não considerem os dois avisos.24
Protegemos a congregação quando honramos os que nos servem como líderes. Os pastores e anciãos necessitam de nossas orações, incentivos, apreço e amor. Recebemos as seguintes orientações: Ago¬ra lhes pedimos, irmãos, que tenham consideração para com os que se esforçam no trabalho entre vocês, que os lideram no Senhor e os aconselham. Tenham-nos na mais alta estima, com amor, por causa do trabalho deles25
Eu o desafio a aceitar a responsabilidade de proteger e promover a união em sua igreja. Empenhe-se nisso com todo o seu esforço, e Deus irá se agradar. Nem sempre será fácil. Algumas vezes você terá de fazer o que é melhor para o corpo, e não para si mesmo, mostrando preferência pelos outros. Este é um dos mo¬tivos pelos quais Deus nos colocou em uma família eclesiástica: para aprendermos o al¬truísmo. Em comunidade, aprendemos a di¬zer “nós” em vez de “eu” e “nosso” em vez de “meu”. Deus diz: Não pensem só em seu próprio bem. Pensem nos outros cristãos e no que é melhor para eles.26
O que você está fazendo no plano pessoal para tornar sua igreja local mais aconchegante e amorosa? Existem muitas pessoas em sua comunidade que estão procurando amor e um lugar ao qual perten¬cer. A verdade é que todo o mundo precisa e quer ser amado e, quan¬do as pessoas acham uma igreja onde os membros verdadeiramente amam e se importam uns com os outros, elas vão dar um jeito de entrar ainda que as portas estejam trancadas.
Rick Warren

sábado, 3 de abril de 2010

Diferença entre membro de Igreja e discipulo

Você é um membro, ou um discípulo?

SAIBA A DIFERENÇA ENTRE O MEMBRO DE IGREJA E O DISCÍPULO

(por Josué Gonçalves)

1º - Todo discípulo é um membro de igreja, mas nem todo membro de igreja é um discípulo.
2º - O membro se ganha; o discípulo se faz.
3º - O membro entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida.
4º - O membro busca na palavra promessas para sua vida; o discípulo busca vida para receber as promessas da Palavra.
5º - O membro se senta para adorar; o discípulo anda adorando.
6º - O membro vale porque soma; o discípulo porque multiplica.
7º - O membro aumenta a comunidade; o discípulo multiplica a comunidade.
8º - O membro velho é problema para a igreja; o discípulo idoso é problema para o reino das trevas.
9º - A meta do membro é ir para céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o céu.
10º - O membro é sócio; o discípulo é servo.
11º - O membro espera recompensa para dar; o discípulo é recompensado porque dá.
12º - O membro pede que os outros orem por ele; o discípulo sempre ora pelos outros.