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terça-feira, 22 de março de 2011

Eu protegerei a unidade de minha igreja

"Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos." ICo. 12:14

Acredito que o Apostolo Paulo aprendeu um pouco da anatomia humana com a companhia do Dr. Lucas em suas viagens missionárias. Com isto descobri que no nosso corpo existem órgãos que por menores que sejam tem a função de nos proteger. Um belo exemplo é o dos nossos cílios que protegem os nossos olhos.
Antes de continuar com o assunto desejado vou falar de uma estatística:
• Você sabia que um boato malicioso é espalhado para no mínimo 5 pessoas?!
Então...
Não quero fazer parte de quem espalha boatos que servem para denegrir a imagem da minha familia espiritual que é o corpo de Cristo, pelo contrario vou dizer a vocês por que eu amo a minha igreja.
Amo a minha igreja porque:
• Tem um ministério de cozinha que quando nos reunimos em congressos, retiros e oficinas, fazem uma comidinha que huuuumm!!!! Dá até água na boca só de lembrar.
• Tem um ministério de intercessão que se reúne toda quarta e sexta-feira para orar por mim e enquanto eles estão de joelhos, as suas intercessões me deixam de pé.
• Perto de minha casa existe um pequeno grupo que se reúne para orar, ler a Bíblia e ajudar uns aos outros, como é agradável estes encontros!
• Estudamos a Bíblia nos encontros de quinta, nas ebd’s de domingo, e nas oficinas e retiros. Cada dia amadurece minha vida espiritual.
• Os meus filhos estão sendo ensinados em uma linguagem que eles irão entender, graças ao ministério infantil.
• Os nossos jovens têm programações dinâmicas e atraentes de forma que outros jovens são impactados a entregarem a vida a Jesus.
• O louvor e a liberdade de adoração na hora do culto nos faz sentir pertinho do céu.
• Reunimos todo domingo pela manhã para celebrar a Ceia do Senhor, isto não é maravilhoso?
• Temos lideres consagrados que abriram mão de situações confortáveis para orientar o rebanho sobre o caminho a seguir.
• E por ultimo, mas é o item mais importante, eu amo a minha igreja por que ela é a noiva do cordeiro e Ele a amou primeiro entregando a sua vida na cruz.
Você é convidado a declarar o seu amor pela igreja de Cristo, orando, servindo, anunciando, participando, se comprometendo e protegendo a sua unidade, não aceitando acusações nem boatos. Lembre-se que você faz parte deste corpo e se alguém se preza a espalhar boatos, está doente e precisa de cura e restauração.
Fiz a minha parte nesta corrente, faça a sua também diga bem alto para todos ouvirem:
“EU PROTEGEREI A UNIDADE DE MINHA IGREJA”
Pr. Adriano da Silva Papa

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Protegendo a unidade de sua igreja

Vocês foram unidos na paz por meio do Espírito. Portanto façam todo o esforço para continuar dessa maneira.
Efésios 4.3; NCV

Acima de tudo, deixem que o amor dirija a vida de vocês, porque assim toda a igreja permanecerá unida em perfeita harmonia.
Colossenses 3.14; RV

É sua função proteger a unidade de sua igreja.
A unidade da igreja é tão importante que o Novo Testamento dá mais importância a isso do que ao céu ou ao inferno. Deus deseja profundamente que experimentemos unidade e harmonia uns com os outros.
A unidade é a alma da comunhão. Destrua-a, e estará rasgando o coração do corpo de Cristo. É a essência, o âmago de como Deus pre-tende que experimentemos a vida conjunta na igreja. Nosso modelo supremo de unidade é a Trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são totalmente unidos em um. O próprio Deus é o maior de todos os exemplos de amor sacrificial, altruísmo e harmonia perfeita.
Se você é parte da família de Deus, é sua responsabilidade preser-var a unidade no local em que você congrega. Você foi encarregado por Jesus de fazer todo o possível para preservar a unidade, prote¬ger a comunhão e promover a harmonia na sua igreja e entre todos os crentes. A Bíblia diz: Façam todo o esforço para conservar a uni¬dade do Espírito pelo vínculo da paz.2 Como podemos fazer isso? A Bíblia nos dá orientações práticas.

Concentre-se no que temos em comum, não em nossas dife-renças. Paulo nos diz: Portanto, concentremo-nos nas coisas que contribuem para a harmonia e no crescimento de nossa comunhão conjunta? Como crentes, partilhamos um Senhor, um corpo, um pro-pósito, um Pai, um Espírito, uma esperança, uma fé, um batismo e um amor.4 Partilhamos a mes¬ma salvação, a mesma vida e o mesmo futuro — fatores muito mais importantes do que as dife¬renças que poderíamos enumerar. É nesses te¬mas, e não em nossas diferenças pessoais, que devemos nos concentrar.
Deus quer unidade, não uniformidade. Mas, para o bem da unidade, não devemos deixar que nossas diferenças nos dividam jamais. Precisa¬mos nos manter concentrados no que mais importa — aprender a amar uns aos outros como Cristo nos amou e cumprir os cinco pro¬pósitos de Deus para cada um de nós e sua igreja.

Seja realista em suas expectativas.
As pessoas ficam desiludidas com a igreja por muitas razões com-preensíveis. A lista poderia ser bastante longa: conflitos, mágoas, hi-pocrisia, negligência, mesquinharias, legalismo e outros pecados. Em vez de ficarmos abalados e surpresos, devemos lembrar que a igreja é fei¬ta de pecadores de verdade, inclusive nós mes¬mos. Por sermos pecadores, magoamos uns aos outros, às vezes intencionalmente e às vezes sem querer. Mas, em vez de deixarmos a igreja, preci¬samos ficar e solucionar o que for de alguma forma possível. A reconciliação, não a evasão, é a estrada para um caráter mais forte e para uma comunhão mais profunda.
Divorciar-se da igreja ao primeiro sinal de decepção ou desilusão indica imaturidade. Deus tem coisas que quer ensinar a você e aos outros também. Além do mais, não há nenhuma igreja perfeita para onde escapar. Toda igreja tem seu próprio conjunto de fraquezas e problemas, e você logo ficará novamente desapontado.
Toda igreja deveria afixar uma placa: “Pessoas perfeitas não pre-cisam entrar. Este é um lugar somente para os que admitem ser pecadores, precisam de graça e querem crescer”.

Prefira incentivar a criticar. É sempre mais fácil ficar de lado e atirar pedras naqueles que estão servindo do que se envolver e contri-buir. Deus nos adverte repetidamente que não critiquemos, compare-mos ou julguemos uns aos outros.9 Quando você critica o que outro crente está fazendo na fé e com sincera convicção, está interferindo nos assuntos de Deus: Que direito você tem de criticar o servo de al¬guém? Somente Deus pode decidir se ele está fazendo o que é certo.10
Sempre que eu julgo outro crente, quatro coisas acontecem ins-tantaneamente: perco minha comunhão com Deus, exponho meu próprio orgulho e insegurança, coloco-me em uma situação pela qual serei julgado por Deus e prejudico a comunhão da igreja. Um espíri¬to crítico é um vício dispendioso.
A Bíblia chama Satanás de acusador dos nossos irmãos.12 Culpar e criticar os membros da família de Deus queixando-se deles é traba¬lho do Diabo. No momento em que fazemos o mesmo, estamos sendo ludibriados para fazer o trabalho de Satanás.
Recuse dar ouvidos a fofocas. Fofocar é transmitir informações quando você nem é parte do problema nem parte da solução. Você sabe que espalhar fofocas é errado, e não deve nem ouvi-las se qui¬ser proteger sua igreja. Ouvir uma fofoca é como receptar mercado¬ria roubada; isso o faz igualmente culpado pelo crime.
Quando alguém começar a fofocar em seu ouvido, tenha a coragem de dizer: “Por favor, pare. Não preciso saber disso. Você já falou direta-mente com a pessoa?”. Pessoas que fofocam para você também irão fofocar sobre você. Tais pessoas não são confiáveis. Se você dá ouvidos a fofocas, Deus diz que você é um criador de casos.14 Criadores de caso ouvem criadores de caso.15 Esses são os que dividem igrejas, pensan¬do apenas em si mesmos.16

Apóie o seu pastor e os líderes. Não existe um líder perfeito, mas Deus dá aos líderes a responsabilidade e a autoridade para que man-tenham a unidade da igreja. Durante conflitos interpessoais, esse é um trabalho ingrato. Pastores têm freqüentemente a desagradável tarefa de agir como mediadores entre membros magoados e imaturos que estão em conflito. Eles também receberam a impossível tarefa de ten¬tar fazer que todos fiquem felizes, o que nem Jesus conseguiu fazer!
A Bíblia é clara sobre como devemos nos relacionar com aqueles nos servem: Sejam sensíveis a seus líderes pastorais. Ouçam seus conselhos. Eles estão atentos à condição da vida de vocês e trabalham sob a restrita supervisão de Deus. Contribuam para a alegria de sua liderança e não para os sobrecarregar. Por que tornar as coisas difíceis para eles?22
Os pastores algum dia estarão perante Deus e terão de prestar contas de como zelaram por você. Eles cuidam de vocês como quem deve prestar contas.23 Mas você também terá de prestar contas. Você prestará contas a Deus sobre a forma que seguiu seus líderes.
A Bíblia dá aos pastores instruções específicas sobre como lidar com pessoas desagregadoras no meio da congregação. Eles devem evitar discussões e ensinar gentilmente o contrário, enquanto oram para que elas mudem. Devem admoestar os que são polêmicos, rogar por harmonia e unidade, repreender os que forem desrespeitosos com a liderança e remover os desagregadores da igreja, caso não considerem os dois avisos.24
Protegemos a congregação quando honramos os que nos servem como líderes. Os pastores e anciãos necessitam de nossas orações, incentivos, apreço e amor. Recebemos as seguintes orientações: Ago¬ra lhes pedimos, irmãos, que tenham consideração para com os que se esforçam no trabalho entre vocês, que os lideram no Senhor e os aconselham. Tenham-nos na mais alta estima, com amor, por causa do trabalho deles25
Eu o desafio a aceitar a responsabilidade de proteger e promover a união em sua igreja. Empenhe-se nisso com todo o seu esforço, e Deus irá se agradar. Nem sempre será fácil. Algumas vezes você terá de fazer o que é melhor para o corpo, e não para si mesmo, mostrando preferência pelos outros. Este é um dos mo¬tivos pelos quais Deus nos colocou em uma família eclesiástica: para aprendermos o al¬truísmo. Em comunidade, aprendemos a di¬zer “nós” em vez de “eu” e “nosso” em vez de “meu”. Deus diz: Não pensem só em seu próprio bem. Pensem nos outros cristãos e no que é melhor para eles.26
O que você está fazendo no plano pessoal para tornar sua igreja local mais aconchegante e amorosa? Existem muitas pessoas em sua comunidade que estão procurando amor e um lugar ao qual perten¬cer. A verdade é que todo o mundo precisa e quer ser amado e, quan¬do as pessoas acham uma igreja onde os membros verdadeiramente amam e se importam uns com os outros, elas vão dar um jeito de entrar ainda que as portas estejam trancadas.
Rick Warren

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Comunhão - Campanha 40 dias de propositos


DESENVOLVENDO A COMUNHÃO

Nós como cristãos temos grandes desafios espirituais, mas com certeza o mais difícil é manter uma comunhão equilibrada e abençoadora. Por que? Porque o maior perigo de quebrar a comunhão está dentro de nós mesmos. Ciúmes, invejas, amarguras, ressentimentos, picuinhas, fomentações, em resumo, a natureza pecaminosa que age em nós e que visa destruir tudo que é bom e que traz edificação. É fácil culpar Satanás em assuntos assim, mas sou obrigado a dizer que ele tem uma pequena parcela nisso tudo. Temos que ter a coragem de reconhecer que os maiores inimigos da comunhão somos nós mesmos.
Por isso gosto sempre de lembrar o que escreveu Paulo aos Romanos: “Por isso, esforcemo-nos em promover tudo quanto conduz à paz e à edificação mútua.” (Rm. 14:19). Há três palavras interessantes aqui: “esforcemo-nos”, “paz” e “edificação”. A idéia de esforçar-se vem da palavra grega diôkômen (), e significa “seguir, perseguir”. Ou seja, a comunhão deve ser um objetivo claro e constante em nossa mente, não podemos desistir pois esta com certeza é a vontade de Deus. Apesar de algumas vezes não vermos as coisas acontecendo do jeito que deveriam ser, ainda assim perseguimos a comunhão como uma bênção para nós e para a Igreja.
Este esforço produz a paz e edificação. A paz (gr. eirênês:) é uma bênção, principalmente quando aceitamos os irmãos do jeito que são, não tentando impor sobre eles as nossas preferências ou nosso jeito. Quando perseguimos a comunhão a paz torna-se um sinal claro da presença de Deus. Por que? Porque Ele é o Deus da Paz (Jo. 14:27; Fp. 4:7). E a edificação, que vem do grego oikodomê (), significa edificação como um processo, e simboliza um fortalecimento espiritual, um crescimento. A comunhão produz justamente isso, crescimento espiritual e numérico, pois outras pessoas passam a ser atraídas pelo amor uns dos outros. Nós estamos aqui para edificar e não destruir. E como posso destruir a comunhão? Falando mal, o que não deve, julgando os outros, tendo uma atitude preconceituosa. Mas o que devo fazer para ser uma bênção e edificar o Corpo de Cristo? Desenvolver o amor sincero, vivendo no Espírito, perdoando uns aos outros, levando as cargas uns dos outros, sendo gentil, paciente com os mais fracos, tolerante, com palavras agradáveis e amigas.
Sendo assim, depende de você desenvolver esta comunhão. Sim, basta você colocar sua vida na direção do Espírito e permitir que Ele lhe ajude a desenvolver um coração igual ao de Jesus Cristo.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Cmapanha 40 dias de propositos



ORANDO PELA UNIDADE

Momentos antes da crucificação Jesus orou pela unidade da Igreja. Ele foi o primeiro a interceder por nossos relacionamentos pessoais. Mas, quais as implicações desta oração de Jesus?
É interessante notar que por três vezes Jesus pede por esta unidade na oração sacerdotal de João 17. No versículo 11 lemos o seguinte: “...Pai santo, protege-os em teu nome, o nome que me deste, para que sejam um, assim como somos um.”. A unidade deve ser construída em nome do Senhor. O nome representa a natureza do ser, o caráter e as manifestações de Deus aos homens. Quando a unidade surge baseada nos atributos do caráter divino (fidelidade, amor, compaixão, bondade, etc.), então podemos desfrutar deste momento maravilhoso com os irmãos.
No verso 21 Jesus orou assim: “para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.”. Há duas verdades aqui. A unidade produz um testemunho poderoso e pode alcançar o mundo. O seu pedido foi simples: “para que todos sejam um”. Esta unidade deve ser sempre o nosso alvo de vida como cristãos. E para isso, Cristo usou como exemplo o relacionamento dele com o Pai. Se na divindade não há divisão, muito menos na Igreja pode haver. Mas, qual o segredo para desenvolvermos tal unidade? Esta é a segunda verdade. Jesus mesmo respondeu: “...Que eles também estejam em nós”. Quando os cristãos estão ligados ao Pai e ao Filho por meio do Espírito Santo, então a unidade se torna conseqüência.
E no verso 22 o Senhor orou ainda assim: “Dei-lhes a glória que me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos um.”. Quando buscamos a unidade participamos da glória de Deus. E que glória é esta? No verso 1 Jesus diz ao Pai: “...Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho te glorifique.”. Ao subir a cruz Cristo cumpriu a vontade do Pai. A cruz foi seu trono terreno, e ali começou a glorificação. Na cruz Ele pagou os pecados e três depois venceu a morte de uma vez para sempre. Participar da glória de Deus é a certeza da unidade perfeita dos crentes, assim como o Pai e o Filho são um. Esta glória é também a participação na vida eterna junto com toda família celestial.
A oração de Jesus tinha uma visão presente e futura. Ele não orou apenas pelos discípulos. Orou também por mim e por você, por todos nós. Sabia das dificuldades que a Igreja enfrentaria para permanecer unida. Mas graças a Deus que a unidade não depende de nós e do nosso esforço. A unidade surge no nome do Pai, seguindo o modelo do Pai, do Filho e do Espírito, testemunha no mundo, caminhando para a glorificação prometida.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Unidade nos propositos

No texto de Mateus 18:19 temos a clara orientação para uma vida em unidade: “se dois de vós na terra, concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isto lhes será feito por meu Pai que estás no céus”. O dicionário Michaelis dá o seguinte significado para o que chamamos de comunidade: “participação em comum” ou “qualidade daquilo que é comum”.
Temos em nossa igreja a visão de equilibrar 5 propósitos bíblicos para anunciarmos o evangelho como um todo para o não cristão. A evangelização, comunhão, discipulado, serviço e adoração são nossas metas em comum para a obra de Deus. Para conseguirmos a resposta de Deus nesta participação em comum existe um “se” que encontramos no texto de Mateus. Sabemos que não somos iguais, Deus nos colocou nesta terra com características bem exclusivas. Mas quando falamos de unidade estamos falando de ter um objetivo comum. Isto não é imposto, acontece através de uma entrega. É isto que importa: devemos estar unidos.
Muitos colocam os seus gostos e vontades acima dos propósitos estabelecidos por Deus e esperam que os mesmos sejam atendidos. Mas o nosso esforço deve estar concentrado em estarmos unidos alcançando a missão para o lugar onde fomos plantados. Senão corremos o risco anunciado pelo Senhor Jesus de que toda “... toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá”. Mateus 12: 25b
A unidade acontece quando cada um entende e procura realizar qual é o seu papel no corpo de Cristo. Não é fazer a mesma coisa e nem pensar do mesmo jeito, mas unir forças e somar uns com os outros. O desafio é este: unidade apesar da diversidade. Com isto alcançamos as promessas de salmos 133 quando diz que da união, Deus ordena bênçãos e vida para sempre. Um abraço. Pr. Adriano (Adaptado)